sexta-feira, 2 de abril de 2010

Antiga e nova amiga

Quando eu tinha quinze anos de idade, era o ano de 1965, e eu já gostava de cultivar amizades virtuais. Naquela época, é claro, isso só era possível através dos Correios. E os amigos eram adicionados por acesso a pedidos de amizade em colunas de revistas. Assim conheci a Rilvacy, naquele tempo de sobrenome Alves Dutra. Conversava com ela através de correspondência principalmente sobre nossos estudos e nossas cidades - a minha era Porto Alegre e a dela continua sendo Vitória - e também sobre assuntos religiosos, pelo que me lembro.  Recebi alguns cartões postais em que ela me mostrava lugares interessantes do Espírito Santo. Algum tempo depois, paramos de nos corresponder. Não sei se alguma correspondência foi extraviada, mas o fato é que a comunicação cessou.
Casei, tive filhos, que cresceram, nasceram alguns netos, fui morar numa chácara e um dia consegui instalar a internet no meu endereço. Fiquei feliz e comecei a cultivar novas amizades. Agora, era mais fácil. Entrando em uma comunidade de membros da minha igreja encontrei uma menina sorridente e comecei a conversar com ela. É a Lauziene, atualmente formada e trabalhando na área da saúde no Espírito Santo. Mas só depois de algum tempo descobri em que estado em que ela mora.
(Enquanto isso, passou a frequentar minha igreja um jovem médico, o Rodrigo, também excelente músico, e que fazia residência no hospital local. De vez em quando a família dele vinha visitá-lo.)
Quando descobri onde mora a Lauzi, lembrei-me da Rilvacy e perguntei se ela a conhecia. O nome é raro e só podia ser ela: a Rilvacy Milholi, mãe do Rodrigo citado no parênteses acima,  que, por coincidência, minha outra amiga espiritosantense também conhece da igreja.
E assim agora tenho uma amiga antiga que também é minha nova amiga e que conheço pessoalmente: a Rilvacy, que recentemente fez aniversário e a quem desejo muita felicidade junto com seu esposo, filhos (conheço dois) e com a netinha.
Ah, e ela permitiu que a apresentasse também por imagem na internet.

6 comentários:

  1. Transcrevo o comentário de meu colega, prof. Rivaldo. Obrigada por suas palavras, professor.

    Muito interessante essa história, Celina. Realmente é muito bom quando reencontramos nossas velhas amizades, principalmente, quando se trata de amigos especiais, como é o caso dessa sua colega. Que você possa, ainda que virtualmente, curtir toda essa linda amizade. A você, e todos os seus amigos e irmãos na fé, que a graça e a paz do Senhor Jesus Cristo, nosso maior, melhor e verdadeiramente nosso amigo, prencha o coração de todos vocês.

    Um grande abraço,

    Rivaldo.

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  2. Que legal!nossa história é bem interessante, assim podemos ver o poder da página impressa. Mesmo depois de tantos anos,tivemos o privilégio de nos encontrar e continuar a nossa amizade, interrompida, não se sabe porque.Voce é mesmo uma pessoa especial.Um abraço.

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  3. Celina ADOREI o recado! Como que mesmo com o TEMPO uma amizade nunca morre. E peço a Deus para que a nossa amizade também seja assim!
    Bjs e fica com Deus!

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  4. Olá Celina e Rilvacy, sem dúvidas, a amizade é o bem mais precioso nesta vida. Assim, pensando na amizade de vocês duas, convido-as a assitirem um pequeno vídeo que postei no youtube. Por favor, clique no link:
    Um brinde à amizade!

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  5. PAtrícia Milholi12 de abril de 2010 14:23

    Celina, achei a história de vcs um barato, acabei enviando para a Revista Adventista! Abração!

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  6. Legal, Patrícia, também achei muito bom quando reencontrei a Rilvacy e recuperei uma antiga amizade.

    Celina

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