segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Abigail, em nova lição

As lições que aprendemos na Bíblia devem sempre ser recordadas. Assim, no último sábado, estudamos novamente sobre Abigail, em uma lição sobre relacionamentos.
Abigail, que representei para introduzir o estudo, no trimestre anterior, foi uma pacificadora e, devido a sua ação junto ao futuro rei Davi, salvou da morte muitas pessoas que moravam na fazenda de Nabal. (Infelizmente ele mesmo terminou morrendo, acometido de um mal súbito,  ao saber do morticínio que teria acontecido devido ao seu comportamento violento, não dando a devida atenção aos enviados de Davi.)
Coincidentemente, logo após estudar a lição e recordá-la no sábado, uma mãe e avó que conheço teve a oportunidade de exercer uma ação pacificadora (embora em um nível menor que o de Abigail).
O neto ia passar a tarde com a mãe, numa cidade próxima. Assim, ele descansou um pouco após o almoço e se preparou, vagarosamente, para sair. Precisou de uma pequena ajuda para preparar a mochila e, quando tudo estava pronto, todo o núcleo familiar embarcou no veículo familiar e rumou para lá.
Chegando, foram reconhecidos e admitidos pelo porteiro do condomínio e chegaram ao apartamento. Recepção animada, exclamações das criancinhas. Os avós, após a missão cumprida, iam se preparando para descansar o resto da tarde quando um dos outros netos inicia uma discussão acirrada com o recém-chegado, e recebe um revide imediato. Agressões de parte a parte, tentativas gerais para apaziguar a situação, sem sucesso. Então, o menorzinho se "oferece" para visitar os avós. Não só se oferece como "foge" de casa para segui-los e se dirige ao carro. Os avós, principalmente a avó, pensam na tarde calma que teriam, programação com certeza suspensa com a admissão da criancinha em casa, com seu gênio "calmo e tranquilo". Mas então ela lembrou-se de que a mãe ficaria sozinha com três crianças em casa, já que o esposo estava acompanhando um familiar no hospital, e resolveu levar o netinho para passar uma tarde em casa.
Houve uma reação do neto mais velho, que fora levado para visitar a mãe. Este temeu por seus brinquedos, pela segurança dos móveis do quarto dele, e decidiu-se a voltar. Mas foi dissuadido da intenção, lembrando que precisava acompanhar a mãe, que sairia com ela para a igreja...
Enfim, surpreendentemente foi uma ótima tarde. O netinho pequeno portou-se de maneira exemplar, elogiou a casa dos avós, foi brincar calmamente no parquinho e até propôs-se a subir quando começou a chover, usou da maneira adequada o sanitário (e nem precisou das fraldas), alimentou-se bem, em resumo, uma criança-modelo. Nem de longe lembrou a criancinha de quatro anos que já teve de ser transferida de escola devido ao comportamento. Após uma noite de descanso tranquilo (se bem que, até a madrugada, ficou na cama dos avós), e novas brincadeiras no parquinho, pois o dia era de sol, retornou para casa.
Então todos ouviram as novidades: a tarde anterior tinha sido igualmente abençoada para o jovenzinho que ficou fazendo companhia à mãe. Foram todos à igreja, participaram do culto jovem, a casa ficou tranquila e silenciosa, o chefe da casa retornou do hospital, pois outro familiar tomou a função de acompanhante do doente. Enfim, todos em paz e alegres.
Retornaram avós e neto maior para casa, não sem antes explicar que agora o menorzinho não poderia ir junto, mas que, em outra ocasião, seria novamente  convidado.
A tarde de domingo foi repousante.
E aguardo seus comentários, jovens mamães, tias,  avós e pedagogas.
Só enfatizo: mães devem ser pacificadoras no seu lar. E, diz a Bíblia, "Felizes as pessoas que trabalham pela paz, porque Deus as tratará como seus filhos." Mateus 5:9

3 comentários:

  1. Oi querida!
    Olha, pacificar muitas vezes não é fácil, mas é a nossa função como filhos de Deus.

    É importante muitas vezes dividirmos a carga quando vemos que a situação ficará crítica caso muitas crianças fiquem juntas. Foi uma boa medida, mesmo que cansativa, ficar com o pequeno, pois ele deve ser mesmo bem serelepe...rsrsrs...mas sozinho com os avós se comportou e no final todos ficaram felizes.

    Celina minha amiga, gostei do relato.
    És uma querida mesmo.
    Beijinhos.

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  2. Olá querida amiga Celina!

    Tenho andado afastada do blog, muito ocupada com a mudança da filha para o UNASP e outras coisas da rotina de trabalho, mas aos poucos estou voltando!
    É verdade...devemos ser as pacificadoras no lar!
    Bjs e que o Senhor te abençoe!!!

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  3. Olá querida Celina,

    Esta semana li algo muito interessante sobre Abigail e hoje acesso seu blog e leio tb outra matéria semelhante.
    Obrigada por compartilhar.

    beijos
    suely

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