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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Mês da criança


Estamos entrando hoje no mês da criança. É uma data comemorativa muito bonita o Dia da Criança, dia 12 próximo.
Meus filhos já são adultos, mas vejo nos netos - que são oito - a alegria, a novidade, a animação dessa fase. Amo vê-los e aproveitar a companhia deles. Atualmente tenho só dois netos em Brasília, embora os outros seis não morem longe.
Estou com a expectativa de que quatro de meus netos venham me visitar este mês. Espero muito que isso aconteça, porque já faz três longos meses que não os vejo. 
Quando Jesus esteve aqui na terra, valorizou muito os pequenos, chamou-os para perto, embora os discípulos quisessem impedir isso, aceitou a oferta do menino que tinha cinco pães e dois peixinhos, usou seu poder em milagres com as crianças.
Tenho observado que as crianças se esforçam bastante para oferecerem sua participação e seu amor, seja em casa ou na escola e na igreja. Na minha idade infantil, gostava de aprender a tirar os alinhavos das roupas que meu pai confeccionava, pois era alfaiate, e aprendi alguns pontos de bordado com minha mãe e também alguns pontos de costura manual, o que me tem sido útil. As crianças também gostam muito de estar com as pessoas que amam. Eu morava com minha avó, mas gostava muito de uma tia avó que morava num outro bairro. Lembro de um dia de chuva em que ela não pôde vir estar comigo no meu aniversário. Nesse dia meu pai foi buscá-la de carro. Também lembro da casa dela, aonde fui muitas vezes. Tinha um belo jardim, e ficava ao lado de um riacho (que chamávamos lá no sul de arroio).
O exemplo de Jesus nos mostra como lidar com as crianças, nesse sentido de valorizá-las e conviver com elas. Vamos aceitar o que oferecem: o abraço, a sua voz alegre, a presença delas nas reuniões,  o louvor,  o estudo da Palavra de Deus, a iniciativa de ajudar os pais ou professores em pequenas tarefas, ou simplesmente o aconchego junto de nós e das pessoas que lhes são queridas.
Aproveitemos esse período do desenvolvimento infantil para estar junto de nossos pequenos, para brincar com eles, para incentivá-los, para estudar ou contar histórias,  para acompanhá-los em visitas a familiares, em passeios, para conversar com eles.  Terão na idade adulta, assim, boas recordações da infância, e também nos deixarão boas lembranças da época em que eram crianças.






quarta-feira, 8 de outubro de 2014

As incríveis criancinhas





Estávamos ensaiando na sexta-feira à noite quando Clarinha, de seus quatro anos, se aproximou da orquestra. Admirando os microfones, pediu para cantar. Falei para ela, com meu ar de professora, que no momento não podia cantar. Ela insistiu: Por que não posso cantar? Não estou parecendo grande o suficiente? - nestas palavras. Expliquei que estávamos ensaiando só os instrumentos, só tocando, por isso ela não poderia cantar, embora eu soubesse que canta bem. Ela pareceu entender e se afastou um pouco. No final do ensaio aproximou-se de meu marido, o percussionista, que deve tê-la surpreendido com seus instrumentos, e qualificou-nos: Vocês são incríveis!
Não pude me conter e, ao encontrar a mãe dessa menininha, no dia seguinte, contei o adjetivo que ela usara para nós. Perguntei se ela costumava ler muito para Clarinha. A mãe disse que lê todos os dias leituras bíblicas e infantis para a menina e que ela reclama se não ouve histórias à noite antes de dormir.
Também devo contar sobre o vídeo mostrando a filhinha de um de nossos colegas tocando violino - muito afinada e alegre -  aos quatro anos.Ele me explicou que usa um método que deve ser aplicado para a criança e sua mãe ou pai, ficando estes responsáveis por repetir a lição todos os dias com o pequeno discípulo.
As criancinhas estão prontas para aprender muitas coisas e cabe a nós adultos ensinar-lhes tudo o que de melhor lhes pudermos passar, para que se tornem incríveis e para que nossa relação com elas seja também incrivelmente agradável e enriquecedora.