Hoje é dia de agradecer a Deus pela vida do Lucas, meu neto mais velho, que mora comigo desde que nasceu, alguns anos também na companhia da Amanda, mãe dele, minha filha.
Na véspera, aliás, ele foi confraternizar com a mãe, num município próximo.
Lucas é estudioso, sabe ser gentil, sabe tratar com respeito os mais velhos e muitas vezes é bem atencioso conosco, não obstante a diferença de idade.
Nós procuramos compreender seu modo de ser, sua individualidade, embora sempre demos alguns conselhos.
Estamos alegres porque ele está no último semestre de Faculdade e se aplica bastante nos estudos, ainda mais agora que é época de completar o Trabalho de Conclusão de Curso.
Também nos orgulhamos de sua dedicação na preparação para a vida profissional, nos estágios que realiza e nos estudos para concursos (e aprovação em alguns, embora ainda não tenha sido convocado).
Na vida pessoal, namora e conversamos várias vezes com a moça escolhida, que também é gentil e educada conosco. Num dos últimos domingos, levou o Lucas a um piquenique num parque que ele não conhecia e então no Dia dos Pais ele nos levou a conhecer o mesmo parque, o Parque das Garças, com um belo pôr-do-sol às margens do Lago Paranoá.
Esse é o Lucas em rápidas pinceladas. Desejamos para ele muitas bênçãos de Deus e muita inspiração divina em sua vida, para guiá-lo sempre no melhor caminho.
No chamado momento de "Adoração Infantil", as crianças da minha igreja ouvem a cada semana histórias bíblicas ou histórias com um fundo moral após o sermão. Ontem houve uma homenagem antecipada aos pais pelo seu dia.
Foi pedido aos pais que acompanhassem as crianças ao local onde ouviriam a história. Foi pedido que as crianças levantassem as mãos quando fosse citada a característica do pai delas.
E foram listadas uma a uma as características: pais que são sorridentes, pais que brincam com os filhos, pais que gostam de passear, pais que gostam de ajudar em casa e assim por diante.
Observei as crianças e vi que sabem que qualidades o seu pai tem, pois elas não levantavam as mãos a todas as características citadas.
Lembrando de meu pai, posso dizer que era um pai que passeava às vezes com os filhos. Tenho belas recordações de passeios ao parque próximo nos sábados à tarde. Também era um pai que gostava muito de trabalhar. Ele sustentou a família com o trabalho de suas mãos, pois era alfaiate. Era também inovador, pois se entusiasmou com as mudanças tecnológicas nascentes à época e adquiriu uma televisão, mesmo contra o desejo de minha mãe. Passamos aos poucos a assistir alguns programas selecionados num horário restrito.
Já lembrando de meu marido como pai, posso dizer que o Cláudio é um pai que ajuda em casa. Ultimamente tem se dedicado a preparar as refeições em casa e todos os filhos que nos visitam admiram sua culinária. Ele também gostava de acompanhar as apresentações e competições esportivas de nossos filhos e ultimamente de nosso neto que mora conosco desde criança.
Os pais receberam a missão de educar seus filhos, cada um deles tem diferentes qualidades, e que todas sejam usadas para o bem de seus filhos e para levá-los ao bom caminho.
Feliz Dia dos Pais a todos eles!
Abaixo, registros de nosso passeio hoje no Parque das Garças, à beira do Lago Paranoá.
Aos doze anos, no sul do país, numa escola para moças, dedicava-me aos estudos. Estava na 2a. série do ginásio, já passara pelo temido exame de admissão, almoçava cedo e tomava o bonde no horário certo, as aulas começavam ao meio-dia e quinze. Tinha ótimas notas em todas as matérias, conversava com as meninas no pátio durante o recreio. Na sala de aula, muito silêncio e, se houvesse algum murmúrio de conversa, bastava um olhar do mestre para que se desfizesse.
Em casa, gostava de admirar o jardim com copos de leite e margaridas que minha avó e minha mãe cuidavam. Tinha três irmãos, sendo uma bem nova, de três anos à época.
Creio
que na época ainda não pensava em casar e ter filhos. Mas tinha amigas
que se interessavam pelos meninos do colégio Militar, do outro lado do
Parque da Redenção, que apareciam para olhar a saída das moças. Escutava
curiosa as conversas sobre o assunto.
Imaginava e me perguntava às vezes como seria o futuro. Talvez fosse professora, como minha mãe, ou quem sabe enfermeira. Também achava bonito.
O tempo passou, e agora tenho respostas para algumas perguntas: formei-me professora e leciono ainda. Depois de uns sete anos, comecei a namorar e casei-me. Minha grande família tem agora três filhos e oito netos. Meus irmãos também se formaram e trabalham em diferentes lugares do país, os três em diferentes profissões.
O jardim da casa antiga agora mudou-se para outra casa, onde minha irmã ainda cuida de flores. Na minha casa tenho algumas plantinhas. E em que penso agora? No futuro dos mais jovens da família - alguns têm hoje perto de doze anos, outros são mais velhos. Perguntas sobre o futuro sempre surgem, mas o presente é o tempo que devemos viver agora e ele construirá o futuro. Acima de tudo, a confiança em nosso Deus desfaz a ansiedade pelo que há de vir.
A amiga Norma nos convidou para participar da comemoração dos doze anos do Pensando em Família. O blog está jovem, inovador e realizador aos doze anos. A autora também tem a energia da juventude. Talvez se pergunte como continuará a história. Desejo muitos anos de partilhas agradáveis e crescimento, adolescência, amadurecimento(ainda maior) tão saudáveis, agradáveis e frutíferos como tem sido essa infância do Pensando em Família. E que nós continuemos nessas trocas alegres nas comemorações futuras.
É motivo de gratidão para nós a formatura de nossa nora Renatta, esposa do Moisés, em Psicologia. Não foi sem obstáculos que atravessou o curso, já casada e com a filhinha Giovanna. Ficamos muito felizes com a colação de grau e desejamos que tenha muitas vitórias mais na vida profissional.a
Na cerimônia de colação, admiramos um momento em que foram homenageados os pais e lá estavam os pais da Renatta, que chegaram a aparecer no telão, alegrando ainda mais o momento. Uma cantora apresentou a música "Como é grande meu amor por você", de Roberto Carlos, durante a homenagem, muito merecida, pois os pais que lá estavam por certo estiveram bem presentes na caminhada rumo a um objetivo.
Comemoramos com um almoço em família hoje, num restaurante que é uma graça, tendo guarda-chuvas e bandeiras coloridas num determinado ponto do forro e um espaço kids que é muito desejado pela Giovanna.
Em nossas caminhadas, já temos visto que os ipês rosa dão lugar aos amarelos. Ontem registramos algumas fotos destes, aqui próximo a nossa casa.
Este é o mês do Dia dos Pais, homens que colaboram na educação das crianças e jovens, para formá-los dentro de bons princípios, para que se tornem bons cidadãos. Era também o mês do aniversário de meu pai, que relembro sempre como muito trabalhador e honesto, dando bons exemplos de diligência e fidelidade.
É ainda o mês do reinício das aulas na maior parte dos estados do país, após o recesso de julho.
Mais um aniversário neste mês, o do meu neto Lucas, que mora conosco. Ele continua estudando bastante, já concluindo seu curso de Direito.
Tenho observado as árvores. Ainda vemos os ipês florindo, mesmo em pleno inverno. Há pontos da cidade que estão dominados pela cor rosa. Olho com curiosidade as árvores próximas: logo vão florir os ipês brancos.
Assim passam os dias, assim corre o ano para seu final, já no segundo mês do último semestre.
Não posso deixar de lembrar hoje o Dia dos Avós. Já fomos convidados hoje pela Giovanna para ir à programação da escola dela para homenagear os avós. Nosso neto Lucas Felipe nos buscou no aeroporto. E temos muita alegria em ser avós e conviver com esses jovens. Eles renovam nossa vida.
Também, conforme a Bíblia, temos o dever de repassar a eles as Sagradas Letras, como fez Lóide, a avó do evangelista Timóteo, ao lado da filha Eunice, mãe de Timóteo.
Vale sempre lembrar-lhes os preceitos e lições que a Palavra sagrada nos ensina.
Vamos lembrar aqui momentos com nossos oito netos.
Nesta última semana de férias, estivemos visitando uma cidade nova para nós - Salvador. Ficamos hospedados num hotel à beira-mar, perto da praia de Itapuã, mas visitamos grande parte da orla sul da cidade. Estivemos na praia do Porto, na praia da Barra (com o famoso farol), passamos em Ondina, Amaralina, Pituba e outras praias, terminando em Itapuã, onde vimos a escultura da sereia.
Os passeios à beira-mar, que muito apreciamos, foram próximo ao farol do Itapuã, perto do hotel.
Na praia de Pedra do Sal, onde nos hospedamos, havia pedras com piscinas naturais, mas, devido à época, não pudemos apreciá-las. As ondas estavam muito altas.
A lagoa do Abaeté também vimos, mas está bem menor do que já foi, embora seja um lugar agradável.
Visitamos o famoso Pelourinho, no centro histórico da cidade, nos deslumbrando com a vista do mar lá da parte alta da cidade. A igreja de São Francisco, no Pelourinho também, é muita linda e tem ricas pinturas e esculturas.
Passamos pelo elevador Lacerda, mas não andamos nele. Há muitos pontos turísticos para visitar em poucos dias.
Não fomos à praia do Forte, na parte norte da cidade, porque é bastante longe da parte sul da orla e do centro.
O melhor do passeio foram as caminhadas à beira-mar, vendo as ondas, a areia, os coqueiros, o farol ao longe. Muito bom!
Ah, sim! Na volta, conhecemos no avião a dra. Kleyde Mendes Lopes. Ela nos contou belas reminiscências, das quais fala em alguns livros, assim como também é autora de livros poéticos e científicos. Dra. Kleyde é a criadora do Dia do Amigo e me comprometi a fazer aqui uma correção: no dia 20 de julho comemoramos o Dia Internacional da Amizade, mas o Dia do Amigo é em 18 de abril, e ela o criou. Procurem pesquisar a respeito.
Aqui estou, então, com as últimas novidades e pronta para reiniciar o trabalho nas aulas. Abraço a todos!