terça-feira, 12 de novembro de 2019

Dez posts em novembro - 2013

Este post, alusivo ao Dia da Criança, em 2013, é bastante memorialista. Trata de minhas recordações de infância. Listei várias e terminei com o Parque Farroupilha, em Porto Alegre. Relendo agora acho que faltou uma conclusão. 
Mas penso que terminei com uma das melhores memórias: os passeios com meus pais e irmãos em um lindo parque. Agora o parque não é mais o mesmo, mas ainda costumo visitá-lo às vezes. Também visito parques em todas as cidades aonde vou, e creio que isso está ligado a minha infância.  Acima, por exemplo, a foto mostra três netinhos passeando com os pais e avós (nós) no Parque Ipiranga, em Anápolis, cenário de vários posts.
Podem ler o artigo aqui ou na publicação original. (Basta clicar no título.)
Aguardo seus comentários. Este artigo faz parte da série "Dez posts em novembro", em que comemoro os dez anos do blog, interagindo  com os leitores nos comentários postados nos posts reeditados - um de cada ano do blog Viver.

Quando eu era criança
Neste mês da criança, vou recordar primeiro do meu tempo de criança.
Das histórias que minha mãe contava à mesa do café para mim e meus irmãos, em que as princesas eram as princesas da época.
Das histórias da Bíblia, que estudava sempre à noite com a família e dos concursos bíblicos na igreja. (Ainda participo de concursos bíblicos, agora na internet.)
Das brincadeiras de boneca, em que a parte inferior de uma mesa utilizada para passar roupa era repartida igualmente entre minhas casinhas de boneca e a de minha irmã. A casinha tinha sala, quartos, cozinha. (Hoje minha neta brinca de vestir as bonecas na internet.)
Das minhas idas pontuais no bonde à escola na zona norte (eu morava próximo à zona sul de Porto Alegre), o Grupo Escolar Souza Lobo, acompanhada de minha mãe, que era professora na mesma escola.
De minha ansiedade no primeiro dia da escola e da minha adaptação em sala de aula - no primeiro dia confundi a carteira com a cadeira e coloquei na armação da cadeira minha pasta escolar. (Depois a professora Alice me ajudou a conhecer o lugar próprio na carteira.)
De meu entusiasmo pelas aulas de artes - ficava triste quando chovia muito e não podia ir às aulas ou quando D. Lélia faltava à escola.
De minha mudança para o Instituto de Educação, anexo próximo à minha casa quando minha mãe se aposentou.
Biblioteca do antigo anexo 
do Instituto de Educação Gen. Flores da Cunha em Porto Alegre.
De minha dificuldade para me adaptar sozinha na nova escola. Da Biblioteca, das canções e hinos pátrios em fileira antes de entrar na sala de aula. Das danças gauchescas ensaiadas para as festas escolares. (Eu não participava mas ficava vendo os colegas.)
Do exame de admissão. Que pedagogo colocaria hoje uma criança de dez anos para demonstrar questões matemáticas oralmente com a ajuda do quadro de giz na frente de uma banca de três professores? Da minha satisfação em passar no exame.
Dos décimo-terceiros sábados e dos versos áureos memorizados para apresentar na classe dos adultos. 
Do livro O Saci, de Monteiro Lobato, que ganhei de prêmio pelo primeiro lugar no segundo ano primário.
De As meninas exemplares e outros livros da Condessa de Ségur, que contavam histórias de meninas francesas. Dos livros de Laura Ingalls Wilder, que li no final de minha infância, história verídica de pioneiros nos Estados Unidos. 
Das roupas que minha mãe costurava pessoalmente para irmos à igreja.
De minha avó me penteando, me acompanhando, me cuidando durante a infância. (Ela morava junto conosco e a recordo quando vejo a D. Glenie, sogra de meu filho Alessandro, cumprindo esse papel de avó junto aos quatro netos.)
De minha tia-avó nos visitando nos aniversários e em alguns dias especiais. É a única tia de que me lembro e gostava muito da tia apelidada de Pequenininha.
Dos passeios de carro para visitar essa tia e para ir a outros lugares mesmo em Porto Alegre.
De nossos passeios com os pais ao Parque Farroupilha, um dos locais que mais aprecio na minha cidade natal, geralmente no sábado à tarde.

Minha primeira foto
No Parque Farroupilha









sábado, 9 de novembro de 2019

Dez posts em novembro - 2012


Neste mês estou reeditando dez posts do blog Viver, um de cada ano, para marcar o décimo aniversário deste blog. Estamos agora em 2012, e estou reeditando o post "A maleta perdida". Convido os leitores a comentarem, para que possamos interagir e assim nos alegrar nesta festa de reminiscências.
O post conta um passeio no campo, um dos tipos de passeio de que mais gosto, com trilhas, cachoeiras, riachos ... Leiam aqui ou no original e comentem!
Estou amando os comentários.


Estive no campo, numa cidade próxima, neste fim de semana e pude visitar algumas cachoeiras e trilhas. Uma das atividades mais prazerosas para mim é caminhar no meio de uma mata. Foram assim duas trilhas que fizemos, sendo que uma delas terminava numa subida bem íngreme. Nesta trilha, voltei junto com o Claudio do ponto onde havia uma bonita cachoeira com areia junto a ela e uma fonte de água cristalina.
Meu neto continuou e depois participou de um "voo" na tirolesa. Nós já estávamos esperando na chegada e fotografei o feito.
Infelizmente, tive de adiar o prazer de ver as fotografias aqui no computador e por enquanto estou impossibilitada de postar alguma foto aqui: esquecemos minha maleta com a câmera no hotel, na hora do check out. Claudio e Lucas pegaram as respectivas sacolas, eu peguei minha bolsa para me encaminhar à recepção e ninguém pegou minha maleta.
Evidentemente, foi a primeira coisa que notamos ao chegar em casa. Tentei ligar para o hotel e ninguém atendeu. Os funcionários já estavam de folga após fecharem todas as contas.
Hoje de manhã continuei ligando e a encarregada das reservas atendeu. Pediu que ligasse à tarde. Às quatorze horas, lá estava eu ligando novamente e ela então pediu que ligasse dentro de alguns minutos e falaria outra vez com a moça que estava organizando os quartos.
Finalmente, às quatorze e trinta, achei minha maleta: estava no mesmo lugar em que a deixara. O Claudio se ofereceu para ir buscá-la.
Espero que amanhã possa ver minhas fotos.
Gostamos de achar nossos objetos;  assim ficou também feliz a mulher que procurava a dracma, presente de casamento. Assim ficou feliz o pastor que achou a ovelhinha. 

Por certo, fica feliz nosso Deus quando encontra de volta a ovelha que tenha se afastado e fica feliz quando continuamos no Seu Aprisco, de onde pode todos os dias nos levar a águas tranquilas, por Sua graça.





quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Dez posts em novembro - 2011


Esta é terceira postagem de uma série de dez posts reeditados - um de cada ano -  que programei para comemorar o aniversário de dez anos deste blog.
Assim estou recordando e apresentando a história do Viver para os atuais leitores.
Neste artigo que reedito hoje, Novas netinhas,  falo de um momento familiar, a espera pelo nascimento de duas netinhas. Agora ambas estão na escola e fazendo progressos intelectuais.
A Giovanna é a menina da foto que ilustra o mês do aniversário do blog, porque recentemente teve uma "noite de autógrafos" na escola para o lançamento de um livro - sim, um livro impresso numa editora mesmo. Vários alunos lançaram seus livros nesse evento. O livro de minha neta tem como título "A família que ajuda a todos" e foi necessário o pai ligar para a editora porque esta havia trocado o título para "A família", título comum aos demais trabalhos. Assim, é mais uma futura jovem com predileção pela leitura e escrita na família.
Leiam o texto, queridos leitores, aqui ou no original, e aguardo seus comentários, se possível, para  comemorarem comigo o aniversário do Viver.

Novas netinhas

Estamos esperando ansiosamente para janeiro a chegada de Giovana e Júlia. Não sei qual das duas vai nascer primeiro, mas sábado foi o "chá de fralda" da Giovana.
Como se sabe, é uma ocasião em que os pais reúnem os amigos para uma confraternização, em que são ofertados alguns presentes para o bebê que vai chegar.
Havia no evento uma mesa com um bonito caderno em que estava escrito na capa: " Mensagens para Giovana". 
Uma escritora que é vizinha de meu filho Moisés e da Renata já havia escrito na primeira página, e eu escrevi na continuação. Contei que desde que casaram (há seis anos), papai Moisés e mamãe Renata têm sentido falta de um bebê em casa e que agora estão muito alegres e que têm preparado tudo para que ela fique confortável no lar em que vai nascer.
Registrei também meu desejo de que Deus a abençoe e que seja muito gentil, muito carinhosa com os pais e familiares e muito feliz. 
Lembrei que não só nós mas também nosso Deus tem planos para cada bebê que nasce, e esses planos são de uma vida feliz, abençoada e abençoadora, pois os filhos de Deus são a luz do mundo.
Todos queremos que Giovana e Júlia nasçam muito saudáveis, alegres, que os seus lares sejam cada vez mais abençoados e que os planos do Senhor se cumpram na vida desses  bebês e de suas famílias. 

"Educa a criança no caminho em que deve andar e até quando envelhecer não se desviará dele." Provérbios 22:6




domingo, 3 de novembro de 2019

Dez posts em novembro - 2010


Nesta série de dez posts reeditados, um de cada ano, estou revivendo a história do blog, no seu aniversário de dez anos. 
Hoje revivo uma postagem de 2010, em setembro - A miniazaleia. Na época eu morava num condomínio formado por pequenos duplex e tinha um quintal com algumas plantas. Terminei mudando devido ao acesso cada vez mais difícil para essa região, pois o trânsito aumentava muito no DF.
Observem que passei a escrever textos menores no blog, creio que  sentindo a pressão das múltiplas informações que recebemos pela internet. Em 2010 eu passara a ter alguns comentários no blog, através de amigas que conhecera interagindo com outro blog. Uma daquelas amigas conheço pessoalmente, embora more em outro estado do país.
O post, como muitos outros, lembra as flores e o cuidado com elas e faz um paralelo com o cuidado de Deus.
Vejam o texto, aqui ou no original e ficarei alegre com seu comentário, se puder deixá-lo. Assim estou comemorando este aniversário.

A miniazaleia

Esta planta com uma flor vermelha é uma azaleia, uma miniazaleia. Comprei-a há uns quatro meses. Na época tinha umas duas flores como essa, mas creio que menores pelo que me recordo. A azaleia normalmente é um arbusto, mas o dono da floricultura onde a adquiri tem uma técnica para plantar mudas em vasos onde elas não se desenvolvem muito mas podem produzir flores.
Logo depois que comprei o vasinho, no final do mês de junho, as flores caíram e não apareceram novos botões. Enquanto isso, a outra miniazaleia que tinha adquirido junto, continuava produzindo flor após flor.
Pensei em levar de volta à loja a plantinha sem flores e trocá-la, julguei que não fosse mais produzir flores, mas mesmo assim resolvi colocar adubo, podar alguns raminhos na base e continuar molhando muito a azaleia, porque o tempo está muito seco.
Agora, na entrada da primavera, vejam o resultado dos tratamentos, da água ou mesmo do início de estação: aqui está minha miniazaleia com uma bela flor vemelha e outra desabrochando. 
Às vezes ficamos ansiosos, porque o que esperamos não ocorre rapidamente. Se eu tivesse carregado meu vasinho de planta para a floricultura e o trocado, não teria agora o prazer de ver os botões nascerem e as flores desabrocharem, bonitas como estão.
Muitas vezes deixamos de orar ou desistimos de nossos objetivos, porque estamos demorando a obtê-los.
(Deus, ao contrário, não desiste de nós e continua nos buscando, nos cuidando e nos moldando sempre.)
As flores não nascem todo dia, mas as plantas que as produzem precisam de constantes  cuidados. Se quisermos ver nascer novas flores, há que ser perseverantes, cuidadosos, esperançosos. E nosso trabalho, persistência, ânimo, fé,  esperança serão premiados com o colorido das flores, com nossos sonhos realizados.
E assim vou continuar cuidando do meu outro vaso de miniazaleia, que no momento está sem flores e botões.

"O que trata da figueira comerá do seu fruto." (Prov. 27:18)
"(O justo) é como a árvore plantada junto a correntes de águas, que, no devido tempo dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto fizer prosperará." (Salmos 1:3)


sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Dez posts em novembro - 2009

Era o final de novembro de 2009 quando surgiu este blog, que completa dez anos neste mês. O Natal já se aproximava e assim escrevi um dos primeiros posts, já em dezembro, associando a história do Menino com lembranças de minha história de vida como mãe. Esse texto teve o título "Com quem ficam as crianças". Você pode acessar o original ou ler um excerto aqui.
Vejam que inicia em terceira pessoa. É um fragmento escrito por mim em um antigo blog, em que contava algumas histórias, algumas vividas por mim, com um nome de personagem me representando.  Iniciando o "Viver", passei a contar minhas experiências em primeira pessoa, como aparece na segunda parte do post.
Este  é o primeiro de dez posts que trago para relembrar a história do blog e alegrar-me junto com os leitores neste décimo aniversário. As fotos aqui são dos arquivos de família e retratam as  crianças da nova geração,  que nos fazem reviver  histórias antigas e da história das  quais também participamos. No final do post reproduzo também a ilustração original.
Deixem seus comentários. Vamos interagir! Ficarei feliz com sua visita e com suas palavras.


Com quem ficam as crianças

"Ana tornou-se mãe. E foi maravilhosa a sensação de ter sua filha nos braços e amamentá-la. Foram três meses de sonho os da licença-maternidade. Quando teve de voltar a trabalhar, na sua inexperiência contratou uma menina de quatorze ou quinze anos para cuidar do bebê. Felizmente a avó costumava visitar a neta para ajudar com algumas providências durante o horário de expediente da jovem mãe e uma vizinha contou que o bebezinho era colocado em cima do parapeito da janela em seu bercinho portátil – que era chamado “moisés” à época - enquanto a pequena babá admirava o que se passava na rua.(...)
  
Este fragmento de história de vida na realidade confunde-se com minha própria história e pode relacionar-se com sua história, se você exerce atividades profissionais fora de casa. Temos lido de câmeras que detectam comportamento agressivo de babás e, na história, o comportamento inadequado foi verificado por um sensor humano - a própria avó, que costumava visitar a casa da filha para ver o bebê e que depois do acontecido passou a cuidar da netinha.

Essas são duas das soluções encontradas pelas mães: deixar as crianças com uma babá, deixar na casa dos avós. Foram as duas primeiras soluções que adotei.

(...)

Em todas essas soluções, como cada uma de vocês, leitoras, pode imaginar e deve até já ter observado em suas vidas, há problemas e contraindicações. Mas o importante é que nós, mães, não deixemos de cumprir nosso papel, tendo um tempo regularmente mantido para acompanhamento de nossos filhos. Esse tempo pode incluir cânticos, histórias (não esquecendo as lições da Bíblia), gestos de carinho, olhares, ou simplesmente o calor da companhia. O que nossos filhos levam para a vida adulta deles são esses registros da infância e todas queremos que registrem o amor, a atenção, a dedicação dos pais, marcados também na escolha que fazem da solução para deixar as crianças enquanto trabalham.
Quando Deus enviou Seu Filho a esta terra, o pequeno Bebê foi confiado a Maria e José e o Menino crescia em "sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens". Que os momentos que passamos com nossos filhos, que foram confiados a nós,  os ajudem a crescer na semelhança de Jesus."






segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Passeio e aniversário

Ontem estivemos passeando. Fomos a um internato numa cidade próxima, Abadiânia. Lá, no Conservatório, tivemos um ensaio e depois um concerto. Pratico violino numa orquestra de alunos e professores no Gama-DF e essa orquestra foi convidada a unir-se à daquele colégio interno para executarmos um concerto com música de temas de filmes.
O concerto foi interessante, em alguns momentos os músicos vestiram camisetas temáticas e alguns, óculos escuros.
O local é agradabilíssimo, muito gramado e arborizado. Foi um excelente passeio e o concerto também muito bom.
E hoje também estamos alegres, porque completamos mais um ano de casamento, eu e Claudio. Já são quarenta e oito. Como o tempo passa rápido.
Com os filhos e netos saudáveis, o Lucas conosco, estamos felizes e gratos a Deus. Cremos que o Senhor conduz nossas vidas e nos colocamos nas mãos de Deus, para que continue a conduzir a nós e a nossa família.
Ontem, registrei um lindo céu de pôr-de-sol na volta do passeio, fechando o dia com tons dourados.
Obrigada, Senhor!
Vejam algumas fotos do passeio e uma do casal.




 








Já estamos no final de outubro, este é o último post do mês e desde já convido todos os leitores a participarem da interação na série que publicarei em novembro - "10 posts em novembro", relembrando a história do blog Viver, que completa 10 anos em novembro. 
Basta comentar e responderei a cada um. Um abraço e boa semana a todos!

sábado, 26 de outubro de 2019

Flamboyants em outubro

Ainda em plena primavera, a cidade está linda, com  flamboyants de diferentes tons florindo as avenidas de Brasília, particularmente na região em que residimos.
Durante a semana, vi vários flamboyants a algumas quadras daqui de casa e planejei fotografá-los no fim de semana.
Hoje à tarde, saímos eu e Cláudio e fomos até lá. Mas a primavera aqui é época de chuvas também e o céu estava bem nublado. Não tivemos dúvida, saímos para a caminhada com um guarda-chuva. Andamos até um pouco mais rápido que o normal e logo chegamos ao lugar que tínhamos em mente. Nele os flamboyants estavam plantados ao lado das rampas de um viaduto, no Eixo Rodoviário Sul.
Fotografei com meu celular, enquanto caíam os primeiros pingos de chuva. 
Mas conseguimos voltar antes que a chuva aumentasse. Lindos flamboyants, são uma amostra das belezas que nos oferece o Criador da natureza.