terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Novidade


Visitando a cidade de Caldas Novas, procurei um lugar novo para passear, uma novidade.
Lembrei-me do Parque da Lagoa Quente, que visitara apenas uma vez, há muito tempo atrás.
Na realidade, naquela época, havia ali algumas piscinas de cimento e uma lagoa - a lagoa de Pirapitinga, lugar onde foram descobertas as águas termais na região.
Resolvemos, eu e meu esposo, voltar ao mesmo Parque após a reforma que houve. O lugar não é mais o mesmo: vimos primeiro os brinquedos - vários tobogãs e escorregadores aquáticos, também as piscinas de águas termais. Descobrimos então um espaço muito aprazível: uma casa colonial, futura sede de um museu, cercada de um gramado imenso, onde várias máquinas caprichavam para mantê-lo bem aparado. Ao lado, a lagoa, sítio histórico, com banners contando a história da descoberta das águas termais e o rio Pirapitinga, este de águas frias.
Enfim, um local renovado e muito agradável e que satisfez meu desejo de ver um sítio novo naquela cidade. 
No início do ano, igualmente, todos temos anseios e curiosidades por experiências novas no ciclo que se inicia, assim como eu desejava experimentar um passeio novo na cidade já conhecida.
É uma certeza que podemos ter: a de que novas oportunidades abrir-se-ão para nós em 2015 e de que poderemos alcançar objetivos que almejamos, dependendo da forma como escolhermos agir perante essas oportunidades.
Há uma metáfora na Bíblia aplicando o conceito de novidade.Diz o apóstolo Paulo, no livro de Coríntios, que, se alguém está em Cristo, nova criatura é. (II Coríntios 5:17). O autor sacro acrescenta: as coisas velhas já passaram, 
eis que tudo se fez novo.
Todos tivemos algum problema que nos afligiu no antigo ano. Espero que tudo seja novo em 2015. E, principalmente, que nos renovemos na forma de ver o mundo e agir perante o que vamos enfrentar em nossos próximos trezentos e sessenta e cinco dias: por certo se nos renovarmos, no modelo de Cristo, proposto pelo escritor bíblico, o ano trará também a renovada paz e graça de nosso Deus para nós.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Reflexão natalina


Compartilho hoje, 24 de dezembro, esta bela reflexão natalina, do livro "Meditação da Mulher - Amor Incomum":

                            "Melodia na floresta de inverno
É véspera de Natal, e eu gostaria de estar em algum lugar distante, no bosque, onde pudesse haver paz. Talvez ali eu escapasse de toda a correria natalina, que muitas vezes se concentra em comprar presentes caros.
(...)
Em casa, visto rapidamente roupas mais quentes e, alguns minutos depois, deixo para trás de mim as luzes da rua da vila; a noite me envolve com seu mundo azul-escuro. Por campos e pradarias caminho em direção ao silêncio. As árvores margeiam os dois lados da minha vereda; os ramos sem folhas traçam um delicado desenho contra o céu. A distância, a floresta parece um muro preto, mas quando a alcanço, posso distinguir a silhueta de cada árvore, como recortes escuros. Quando entro nela, a floresta parece me abraçar com um casaco protetor, e a paz me enche o coração, tão suavemente quanto a brisa que sussurra entre os galhos.
Pai, esta é uma noite de lembranças especiais - uma noite que me lembra novamente Teu maior milagre. Com humildade, o Criador do Universo abraçou a humanidade e Se tornou visível, deitado na manjedoura. Nasceu um Bebê, não reconhecido pelo mundo, mas que era Deus deixando a eternidade para vir até nós. Muito possivelmente, jamais entenderemos tal coisa por completo. Seu amor ab undante deu tudo, deu a Si mesmo, a fim de unir o Céu com a Terra, e Ele mesmo conosco.
Dou um profundo suspiro, porquanto a paz  habita novamente em meu coração. E já é meia-noite, hora de ir para casa. Penso no calorzinho que me receberá ali e no aroma da vela perfumada que enche a sala com a fragrância de rosas. Soou em meio à noite azul, um hino divinal. jamais com tal beleza assim, ouviu algum mortal. Do Céu ao mundo graça e paz! Excelso dom gentil! Dos anjos essa doce voz enchei o céu anil. " (JAIMÉE SEIS, in Amor Incomum, CPB, Tatuí, SP, 2014.)





Nossa paisagem é diferente aqui no Brasil, e é verão no hemisfério sul, mas o mesmo hino enche os ares no dia de hoje no mundo cristão e desejo a todos a graça e paz de Jesus neste Natal!







sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Formatura


Qual o significado de uma colação de grau ou formatura no ensino médio?
Ao assistir essa cerimônia, nesta semana, recordei aos poucos tudo que somou para nós:
Acompanhar minha filha ao hospital, trazê-la de volta com um pequeno bebê - o Lucas Felipe. Cuidar dos dois enquanto ela se recuperava.
Encantar-se com o bebezinho em casa, comemorar seu primeiro aniversário e os seguintes junto com as duas famílias - do pai e da mãe. 
Escolher, junto com a mãe, um jardim de infância para que  tivesse ali as primeiras lições, e, depois, outra escola para que ali cursasse o ensino fundamental. 
Admirar o pequeno milagre da aquisição da leitura, das primeiras operações matemáticas.
Ajudá-lo nos deveres de casa, nos trabalhos, também verificar os problemas de aprendizagem e procurar solucioná-los.
Participar, também na companhia da mãe, de festas na escola e organizar ali o aniversário do nosso menino, com pula-pula e tudo.
Conhecer os colegas, tornar-se a "tia" e também amiga desses colegas, até mesmo nas redes sociais, já na adolescência; levá-lo e buscá-lo muitas vezes à casa desses amigos.
Viabilizar uma mudança de colégio já próximo do ensino médio, quando houve uma inadaptação na escola antiga.
Observar com alegria os progressos na aprendizagem do aprender, na aquisição do prazer nos estudos, no aprimoramento da comunicação escrita.
Acompanhar de longe duas viagens de formatura e até mesmo visitar depois com ele lugares em que esteve numa das viagens.
Torcer pelos resultados de exames e orar pela sua vida - que Deus continue a abençoá-lo na sua vida de estudante, de profissional, na sua futura vida familiar. Tenha muito sucesso, e a verdadeira sabedoria, Lucas Felipe!








sábado, 29 de novembro de 2014

Cinco anos

Pois este blog completa hoje cinco anos.
Comecei a escrever aqui em 29 de novembro de 2009, refletindo sobre experiências que se repetem no final de cada ano. Mais tarde, o blog foi desmembrado em dois, ficando o Viajando em família para registrar lugares que visitamos.
Lembrei de olhar as postagens mais vistas.
Nos cinco anos, a mais lida foi Salvos das Chamas, sobre experiência de salvamento pela qual passou meu filho e Dinâmica da Árvore, em que compartilho uma dinâmica de que participei numa reunião de mulheres cristãs. Também há algumas postagens sobre amizade que têm sido vistas e compartilhamentos sobre textos cristãos que li, como A canção de Eva.
Fico feliz em observar que nestes cinco anos pessoas de vários países têm lido algumas das reflexões postadas no Viver e as histórias do Viajando em família.
Também me faz feliz conhecer algumas dessas pessoas pessoalmente e receber suas notícias.
Queridos amigos, um abraço a todos neste aniversário!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Flamboyants



Uma das árvores que assinala a primavera no DF é o exuberante flamboyant, com suas flores vermelhas, que alegram todas as regiões da cidade nesta época.
Observei no jornal fotos maravilhosas dessas árvores e planejei tambem fotografa-las. Entretanto recomecei a trabalhar numa escola e não tenho tido tempo de me dirigir à região central de Brasília, onde haviam sido registradas aquelas fotos.
Num outro dia, indo visitar meu filho, tive ocasião de ver e registrar em fotografias belos flamboyants às margens da rodovia.
Nesta semana, um dia o controle remoto do portão do bloco onde moro estragou e precisei dar a volta e entrar pela portaria do outro lado do prédio. Eis que vejo, quase ao lado de minha casa, vários maravilhosos flamboyants, que são estes que mostro aqui.
Daí mais uma vez retirei uma lição: as alegrias e a felicidade que procuramos geralmente estão bem perto de nós. Vamos encontrá-las.

sábado, 8 de novembro de 2014

Agradecer

Gosto das ocasiões em que acontecem cultos de gratidão, porque são momentos em que as pessoas reconhecem as bênçãos e mesmo milagres recebidos pelo poder de Deus.
Hoje foi uma dessas ocasiões, porque, há aproximadamente quatro anos, nasceu um pequeno menino, que vamos chamar de João, imediatamente após a morte do avô dele. A família ficou feliz, recebendo a chegada do bebê como um conforto divino após a perda de um familiar querido.
Algum tempo depois de nascer, sintomas mostraram que havia algo errado com a saúde do menino e os exames realizados levaram ao diagnóstico de uma síndrome rara, que, no caso dele, afetara o fígado.
Foi iniciado o tratamento mas, depois de algum tempo, nova conclusão: seria necessário um transplante, que deveria ser feito em São Paulo. Passaram a procurar alguém que pudesse doar o fígado: apenas o pai apresentava compatibilidade.
Em todo esse tempo, foram muitos os momentos em que João correu risco de morte, foram inúmeras as internações e viagens para o centro de tratamento em outro estado.Depois de decidido o transplante, houve ainda necessidade de realização de duas angioplastias para melhorar a condição de circulação do sangue, e uma fila para esperar a cirurgia.
Finalmente, depois da cirurgia, foi necessária uma segunda cirurgia, para corrigir um problema gravíssimo no intestino, que ocorrera devido a uma complicação resultante da primeira.
Mas agora, graças a Deus, Joãozinho está de volta em casa com a mãe dele, que o acompanhou em todo o percurso do tratamento. Hoje, estavam na igreja pai, mãe e muitos familiares, incluindo um grupo de louvor onde cantam vários deles, todos agradecendo a nova chance de vida que Deus ofereceu a esse pequeno menino, que rapidamente tornou-se mais robusto e com energia renovada para suas brincadeiras infantis.
Feliz aniversário, João. Que Deus o abençoe!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Rosas



Deixei passar, no dia 28 do mês passado, o aniversário de meu casamento, sem que fizesse referência a isso aqui no blog. Hoje li uma reflexão sobre casamento, da autora Tamara Brown no livro de meditações diárias para mulheres e não posso deixar de transcrever um pequeno fragmento:

"Recentemente, meu esposo e eu comemoramos nosso vigésimo aniversário de casamento. Permita que eu lhe diga que esses anos não foram um mar de rosas. Por outro lado, talvez tenha sido assim porque as rosas vêm com beleza e com espinhos. A experiência tem sido bela e também dolorosa. Já enfrentamos muitas provas juntos, mas posso dizer, verdadeiramente, que os bons tempos excedem os maus. 
Temos vencido obstáculos e adversidades. Temos sido desafiados e levados para além da nossa zona de conforto. Já nos metemos em problemas por causa de más escolhas, mas ainda estamos em pé, pela graça de Deus. (...) Esses princípios aplicam-se a qualquer relacionamento, com outros membros da família também. ' Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou.' (Colossenses 3:12 e 13)"

Em nosso caso, meu e de meu esposo, são 43 anos de casados e a reflexão é válida para nós e, no sentido de que houve rosas e espinhos, mas, pela graça de Deus, as rosas excedem os espinhos. Amamos um ao outro e à nossa família. Gostamos de refletir juntos sobre os versículos da Palavra como este que lemos hoje.
Acreditamos que a voz de Deus guia as pessoas individualmente, os casais e as famílias. O segredo da felicidade está em ouvir a voz de Deus e receber sua mensagem em nossos corações.  


domingo, 19 de outubro de 2014

A maravilhosa água



Ontem recebemos visita, para comemorar o aniversário de meu esposo.
Vieram meu filho, minha nora e a netinha
Os dias têm sido realmente quentes aqui. Então foi com alegria que, no final da tarde, encontramos a piscina do condomínio vazia de pessoas (incrível!) mas com água convidativa e transparente. Desci um pouco depois do apartamento e encontrei os três se deliciando na água, o que fez por certo com que a sensação de calor deles se amenizasse.
Seja para o banho, seja para beber, seja para a limpeza, a água é insubstituível.
Aqui em minha região há aproximadamente seis meses de seca e seis meses de chuvas. As chuvas costumam chegar em setembro, mas ainda não vieram este ano. A temperatura tem sido invariavelmente acima de 30 graus.
Continuamos esperando a estação das chuvas continuadas e as notícias são de que também aqui - onde a água não tem faltado nas torneiras - os reservatórios estão num nível muito baixo.
Hoje, na volta para casa após ministrar algumas aulas na escola de música da igreja, recebi no trajeto gotas de chuva, que não duraram mais que cinco minutos - mas com elas veio a promessa  de que a bênção da água continuará sendo garantida a nós.

" (...) e farei descer a chuva a seu tempo; chuva de bênção serão." Ezequiel 34:26


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

As incríveis criancinhas





Estávamos ensaiando na sexta-feira à noite quando Clarinha, de seus quatro anos, se aproximou da orquestra. Admirando os microfones, pediu para cantar. Falei para ela, com meu ar de professora, que no momento não podia cantar. Ela insistiu: Por que não posso cantar? Não estou parecendo grande o suficiente? - nestas palavras. Expliquei que estávamos ensaiando só os instrumentos, só tocando, por isso ela não poderia cantar, embora eu soubesse que canta bem. Ela pareceu entender e se afastou um pouco. No final do ensaio aproximou-se de meu marido, o percussionista, que deve tê-la surpreendido com seus instrumentos, e qualificou-nos: Vocês são incríveis!
Não pude me conter e, ao encontrar a mãe dessa menininha, no dia seguinte, contei o adjetivo que ela usara para nós. Perguntei se ela costumava ler muito para Clarinha. A mãe disse que lê todos os dias leituras bíblicas e infantis para a menina e que ela reclama se não ouve histórias à noite antes de dormir.
Também devo contar sobre o vídeo mostrando a filhinha de um de nossos colegas tocando violino - muito afinada e alegre -  aos quatro anos.Ele me explicou que usa um método que deve ser aplicado para a criança e sua mãe ou pai, ficando estes responsáveis por repetir a lição todos os dias com o pequeno discípulo.
As criancinhas estão prontas para aprender muitas coisas e cabe a nós adultos ensinar-lhes tudo o que de melhor lhes pudermos passar, para que se tornem incríveis e para que nossa relação com elas seja também incrivelmente agradável e enriquecedora.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Às águas tranquilas





O Senhor Deus é nosso bom Pastor, que nos conduz nos caminhos da vida. 
Nem sempre deixamos de ter problemas, mas, mesmo enquanto existem problemas e provações, Deus não permite que fiquemos sem amparo e sem paz.
O Senhor provê aquilo de que necessitamos e faz com que tenhamos paz mesmo em meio às aflições da vida.
Podemos confiar no seguro cajado do Pastor. Enquanto seguirmos Sua direção, estaremos em paz.
Fiquemos sob a direção de nosso Deus.

"Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas." Salmos 23:2


sábado, 20 de setembro de 2014

Árvores no quintal

Quando eu era criança, havia algumas árvores no quintal da casa em que morávamos. 
Em alguns meses do ano  - não me lembro mais em quais - havia abundância de laranjas e limões e movimentação para preparar doces com as laranjas próprias. A casca era raspada e o bagaço retirado de dentro, de forma que ficasse apenas uma esfera vazia, que era cozida em uma grande panela no fogão a lenha, com açúcar para formar uma calda.
Na mesma ocasião, os canteiros onde estavam essas árvores ficavam cobertos de flores pequenas, que eu usava para ornamentar as casinhas de bonecas.
Lembrei desses fatos de minha infância, quando li uma reflexão sobre árvores, da qual transcrevo um pequeno trecho.
"Vocês já pensaram que seria do mundo sem as árvores? os campos seriam monótonos, as ruas das cidades cansativas, os rios sem graça. Há muitas árvores históricas. Existe na Ilha de Ceilão a árvore de Bo, que se diz ter 2.200 anos. Segundo a tradição foi plantada em 288 antes de Cristo. (...) 
O chamado pinheiro santo de Carasaqui, no Japão, foi plantado em 640 da era cristã, pelo imperador Jonai. Tem 12 m de circunferência no tronco. É visitado, anualmente, por cerca de cem mil peregrinos."
No Novo Mundo, é considerada a maior árvore a sequóia da Califórnia. Uma delas tem uma galeria escavada no tronco, que permite a passagem de um automóvel.
É surpreendente a vitalidade dessas árvores. Em comparação com elas, que representam os nossos escassos anos de vida? Mas o Criador, que sustém a vegetação e toda a Natureza, prometeu conceder aos que O aceitam, uma vida que não terá fim."

"Porque há esperança para a árvore, pois mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. " Jó 14:7

Fonte: JAMES A. e PRISCILA M. TUCKER. Mistérios da Natureza. Inspiração Juvenil.  Tatuí, são Paulo, 1992.

sábado, 30 de agosto de 2014

Alimentado por Deus

Encontrei numa prateleira de minha estante um livro ainda envolto na embalagem original. Numa tarde li as três agradáveis histórias que ele conta. É o livro "O boi que guardava o sábado e outras histórias milagrosas da Rússia", de Bradley Booth..
As histórias contam como Deus cuida seu povo, mesmo em tempos de perseguição contra aqueles que obedecem a seus mandamentos.
A última história conta sobre um pastor que foi preso por não ter relatado a respeito de uma reunião secreta de sua igreja para  eleger novos líderes.
O diretor da prisão, na Rússia de algum tempo atrás, era ateu e encerrou o pastor numa cela recomendando que não fosse alimentado. Recebia apenas água. 
Entretanto, o prisioneiro, logo no primeiro dia, ouviu um barulho na pequena janela de sua cela em seguida viu que ali estava uma fatia de pão, que poderia alimentá-lo naquele dia. Em vez de alimentar-se, guardou a fatia embaixo de seu colchão, pensando em demonstrar no outro dia ao diretor que Deus existe e cuida de seus filhos. Durante todo o dia não recebeu comida, mas o milagre repetiu-se à tarde: houve um barulho na janela e apareceu uma fatia de pão. O prisioneiro guardou novamente o pão. Assim aconteceu por três dias, e havia então seis fatias de pão para provar ao diretor a existência e o cuidado de Deus.
No quarto dia, nada aconteceu logo no início da manhã. O pão não chegou. O pastor esperou, com as seis fatias de pão sob o colchão, sem alimentar-se. Então chegou o diretor e perguntou como estava o prisioneiro, que respondeu dando graças a Deus, e dizendo depois que o Deus lhe mandara alimento, respondendo a nova pergunta do diretor. Ao ver as seis fatias de pão, aquele funcionário ficou furioso, querendo saber quem o desobedecera e trouxera aquele pão preto russo para alimentar o prisioneiro cristão.
Foi nesse momento que o milagre se repetiu. Um barulho na janela anunciou que ali estava mais um pão. O próprio diretor pôde presenciar a explicação: um gato trazia o pão, que era de sua própria casa, feito por sua própria esposa, e o gato era de sua filha.

Deus  guarda e  protege seus filhos. "Lança o teu cuidado sobre o Senhor e Ele te susterá; não permitirá jamais que o justo seja abalado." Salmos 55:22

Fonte: Bradley Booth. "O boi que guardava o sábado e outras histórias milagrosas da Rússia". CPB, Tatuí, São Paulo, 2013.

domingo, 24 de agosto de 2014

Olhos que não vêem



Como costumo fazer, tomei emprestado para ler um livro, este de reflexões para juvenis - "Mistérios da natureza", de James A. e Priscila M. Tucker. Numa dessas reflexões, estou lendo sobre a mãe codorniz e seus filhotes. A uma ordem da mãe, eles se imobilizam e, devido a suas cores, não é possível vê-los, pois se confundem com o campo a sua volta. Vou reproduzir aqui alguns fragmentos do texto.

"Uma vez uma mãe codorniz e seus filhotes vieram até nosso regato para beber. Eu estava curioso e desejava ver os filhotes. Sendo que os filhotes ainda não podiam voar, a mãe chamava fortemente, e, de súbito, todos se haviam ido. Eles realmente sumiram de vista. Cuidadosamente dirigi-me ao lugar onde estiveram e não pude encontrar um sequer. A mãe continuava a chamar de uma curta distância - provavelmente dizendo-lhes que permanecessem parados para que não fossem mais vistos. Um deles, porém, não suportou e começou a correr. Imediatamente o pude ver. Pareceu-me que ele havia surgido do nada. Nenhum dos demais se moveu, e só pude ver aquele único.
Sendo que um objeto em movimento atrai a vista mais rápido do que um objeto imóvel, muitos pássaros congelam-se quando se aproxima o perigo. Os pássaros que o fazem geralmente têm cores semelhantes às do ambiente de modo que é muito difícil percebê-los enquanto permaneçam imobilizados. Um preto, oculto com sua cabeça abaixada sobre a água de um pântano, permitirá que uma pessoa remova a vegetação que o oculta sem sequer piscar um olho. (...)
Embora eu pudesse enxergar muito bem, não pude ver os filhotes de codorniz referidos. Há verdades espirituais que somente são percebidas por aquelas mentes que se tornaram sensíveis à influência do Espírito. Precisamos orar com o salmista: "Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da Tua lei." Salmo 119:18"
Que sempre estejamos sensíveis para as maravilhas que Deus nos oferece!


Fonte: James A. e Priscila M. Tucker. "Inspiração Juvenil". Tatuí, SP, 1992.

sábado, 16 de agosto de 2014

Sonho

Raramente lembro de sonhos. Nesta semana acordei um dia lembrando deste.
Eu estava vendo uma prova de hipismo e um de meus filhos participava dessa prova. 
Havia um obstáculo composto de dois saltos e inesperadamente ele freou o cavalo antes de concluir a passagem nesse obstáculo.
De repente, o sonho deu uma parada e na próxima cena o mesmo cavaleiro estava refazendo a pista.
Para quem conhece o esporte, uma vez iniciada a prova e interrompida, não há possibilidade de reiniciá-la.
Mas, no sonho, houvera uma decisão nesse sentido, autorizando o reinício da passagem.
Depois que ele passou normalmente no mesmo obstáculo em que parara e já estava chegando ao fim da pista, isso no sonho, é claro, acordei.
Às vezes temos problemas que interrompem o curso que estávamos dando a nossa vida ou que nos deixam pesarosos e infelizes. Porém, ao contrário do que acontece nas provas de esportes, podemos recomeçar a partida. Se olharmos para cima, veremos o Supremo Juiz nos dando esta nova oportunidade.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Domingo de Dia dos Pais


Nada como desfrutar da companhia dos filhos no dia a dia e no Dia dos Pais também.
Ontem levantamos cedo, para acompanhar a atividade esportiva de que participou nosso neto no Centro Olímpico perto de nossa casa.
Lá, muitos pais e mães e avós (que é nosso caso) estavam acompanhando o progresso de seus meninos.
Era uma prova de exame para passagem de faixa no karatê. Nesse esporte, cada passagem de faixa significa um progresso. A primeira é a faixa branca, para os iniciantes, seguida da faixa amarela, da faixa laranja e da azul.
O Lucas, que pratica karatê há dois anos,  estava usando esta - a azul - e passou a usar a faixa verde. Já realiza com bastante desenvoltura os movimentos do esporte.
Achamos muito interessante a demonstração de utilização dos golpes. Primeiramente os jovens atletas haviam demonstrado os movimentos e depois o examinador pediu que, em duplas, demonstrassem, sem atingir o companheiro, qual a utilização desses movimentos numa luta. 
Achamos um casal amigo que acompanhava sua pequena filha que também estava mudando da faixa azul para a verde. A mãe da menininha registrou o momento numa fotografia.
É bom estarmos com nossos filhos e netos e ver seus progressos para nos alegrarmos. 
E é bom que os pais acompanhem seus filhos em todos os momentos, para os apoiarem e ajudarem.
Ainda na semana do Dia dos Pais, desejo bons momentos em família para todos.

domingo, 20 de julho de 2014

Dia do Amigo


Recebi, a propósito do Dia do Amigo,  uma mensagem de uma antiga colega do curso ginasial que me reencontrou aqui na internet recentemente.
Assim, fui pesquisar e fiquei sabendo que em alguns países, como Brasil, Argentina e Uruguai, o dia 20 de julho, aniversário da chegada do homem na lua, é considerado Dia do Amigo.
A Assembleia das Nações Unidas convidou todos os países a partir de 2011 a comemorarem o Dia da Amizade anualmente em 30 de julho.
Assim, querida Anamaria, minha colega do ginásio,  que me dedicou a mensagem da imagem acima, e todos os amigos leitores dos meus blogs - que há alguns em alguns países -  desejo-lhes um feliz Dia do Amigo e compartilho com vocês todos a imagem que recebi!
"Amigo é o lado criança da gente nos chamando pra brincar."
Um abraço a todos, que a paz e a amizade reinem no mundo! 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Meu dia de aniversário

Uma vez ao ano, podemos dizer que é nosso dia - o dia em que comemoramos nosso nascimento.
Neste ano, resolvemos sair nós três - Cláudio, Lucas (meu neto) e eu e passar o dia num lugar bem bonito. 
Assim, estivemos ao lado do rio Quente. É um rio de águas mornas que alimenta as piscinas de vários hotéis. No térreo do prédio de apartamentos em que estive, há um acesso para as margens do rio.
É um lugar aprazível, com muitas árvores, muito verde e  a delícia das águas. 
Ao longe se vê a Serra de Caldas. 
Perto fica um parque famoso, colorido e agradável, com diversão para todos. Estive na praia do Cerrado, que fica lá, andei de boia no Rio Preguiçoso, aqui chamado de Rio Lento, fiz hidroginástica numa piscina com a temperatura da água exatamente como gosto.
O lugar é lindo e torna agradáveis estes momentos, mas o que me fez mais alegre ontem foi estar junto com meus amados - esposo e neto. Também me alegrei à noite com as mensagens dos amigos que encontrei nas redes sociais em que estou inscrita.
Como estou grata por ter amigos que lembraram de mim e me saudaram neste dia!
Como estou grata a Deus por passar este dia em que comemorei a graça de mais um ano junto com minha família e num belo lugar -  presente do Criador!








terça-feira, 1 de julho de 2014

A canção de Eva


Retirei outro livro da biblioteca Hora Tranquila - A canção de Eva, de June Strong (CPB, Tatuí, São Paulo, 1998). Vou compartilhar mais esta história com vocês.
É uma alegoria, mesclando personagens bíblicos, como Adão, Eva, Enoque, Noé, com personagens fictícios que poderiam ter vivido à época. Shaina é a protagonista, cuja vida decorre à época dos primeiros patriarcas, quando, ainda na presença de  Adão e Eva, o mundo se dividiu entre os filhos de Deus e os filhos dos homens, que se voltavam contra os adoradores do Criador, para dizimá-los.
Shaina, na sua adolescência, conheceu o vale de Havilá, onde moravam seus avós e seu clã, todos adoradores de Deus e que esperavam o Prometido Libertador do pecado. Com seus avós e seu pai, foi ao vale do Éden, onde ainda morava o velho Adão com Eva, os primeiros humanos. Ali ouviu as palavras da Canção de Eva, canção de fé no Prometido Filho de Deus.  Viu a porta do antigo jardim, guardado por uma Luz.
Depois da destruição dos moradores de Havilá, Shaina acompanhou seu tio Adriel, agora viúvo e juntaram-se aos filhos de Deus que se refugiavam num outro vale, cujo líder era Enoque, seguidor fiel e profeta, que um dia foi arrebatado pelo seu grande Amigo, o Senhor que adorava.
Mais tarde Shaina casou com Adriel e foi a mãe da esposa de Noé, Nuvit. O livro termina com a família de Noé na arca, durante o dilúvio.
Linda leitura, é também uma advertência sobre a volta de Cristo.
"Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem."




















Leia também:









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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Primeiro o Reino de Deus




Há uma pequena biblioteca na minha igreja. Chama-se Biblioteca Hora Tranquila. Poucas pessoas a têm utilizado, mas ocasionalmente encontro lá um livro interessante e o tomo emprestado. Nesta semana, trouxe o livro "Primeiro o Reino de Deus", de Odete G. Lima.
O livro é uma biografia em forma de história, a narrativa da vida de Geraldo Marski, um europeu que veio para o Brasil após a primeira Guerra Mundial, com oito anos. Quando adolescente, trabalhou como pajem de crianças, ocasião em que  também executava diversas tarefas domésticas, como a de buscar lenha para acender o fogão.
Embora seu pai não desejasse, ele batizou-se e mais tarde foi estudar para pastor, sem ter um tostão para pagar o curso. Preferiu comprar uma Bíblia e um hinário a ter um par de sapatos. Ainda que  não soubesse falar bem o português, e tivesse uma deficiência na locomoção, tornou-se um grande colportor - vendia livros religiosos para pagar a anuidade do curso. Esperou uma "Rebeca" que se tornasse sua noiva junto a um poço, mas não a achou ali.
Tornou-se um grande missionário no interior do Brasil, dedicando-se à evangelização, embora o primeiro chamado para ele tenha sido para trabalhar no escritório.
Essas são apenas alguns dos episódios narrados no livro "Primeiro o Reino de Deus" (CPB, Tatuí, SP, 2007), escrito a partir de anotações pessoais do próprio pastor Geraldo, que usou essas histórias em palestras feitas em semanas de oração que dirigiu. 
São histórias motivadoras, mostrando o quanto é importante a determinação e a coragem para obter um objetivo nobre.



sábado, 14 de junho de 2014

Sábado à tarde



Sábado à tarde, meu filho liga dizendo que está vindo para minha casa e que está passando num parque aqui perto. Que ideia tivemos? Vamos nos encontrar com a família no parque.
E assim, vimos o Catetinho, com o antigo palácio, que agora é museu, a área de piqueniques, a mata ciliar, a nascente de água cristalina. 
Havia um grupo de jovens cantando louvores. 
Lindo lugar para um passeio - natureza, família, alegria cristã.



Gostoso lanche e passeio no bosque do Catetinho.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Namorados


Hoje permito-me fazer uma homenagem pessoal ao Cláudio, que é meu namorado desde 1969, quando eu tinha 19 anos e ele, 22.
Agora é meu eterno namorado. Creio que o casamento é feito para durar, o nosso já dura desde 1971.
Gostamos de estar juntos e, no último sábado, como não estive presente na hora do culto, uma senhora conhecida me encontrou no final da manhã, quando estava chegando para buscar o Cláudio. ( Eu tinha saído para um compromisso em outro local.) Aquela senhora, um pouco mais idosa que eu, simplesmente parou na minha frente e ficou-me olhando, como se eu tivesse que explicar alguma coisa. Finalmente falei que tivera de sair para um compromisso. Então aquela senhora falou: quando não vejo vocês dois juntos, sempre fico pensando que algo aconteceu, porque sempre estão juntos.
E realmente isso acontece.
Gostamos de estar juntos em casa e de sair juntos para nossas caminhadas ou exercícios físicos e também para passeios.
Creio que já viram fotos nossas - do casal Claudio e Celina. Aqui estão mais algumas, enquanto desejo a todos um feliz Dia dos Namorados.










sexta-feira, 6 de junho de 2014

Cicatrizes

Tenho um vizinho de andar que, há uns oito meses, foi submetido a uma cirurgia. Observando que estava em recuperação, perguntei sobre seu estado de saúde e soube que doara um rim para a própria irmã. 
Agora ele e a irmã estão recuperados e minha vizinha, esposa do doador, contou-me que no ano passado tiveram um dos melhores natais em família, com a irmã, que estivera doente e o irmão, meu vizinho, ambos alegres pela bênção da saúde e pelo prazer de doar.
Hoje pela manhã li história semelhante narrada no livro de reflexões para mulheres por Jussara Alves, que é brasileira, do estado da Bahia. Ela falou sobre cicatrizes:
"Cicatrizes são marcas que duram a vida toda. Tenho muitas delas marcando o corpo - cortes, arranhões, cirurgias, mordidas de cachorro e muitas outras.
(...)
Em 2009, passei por um transplante de rim. Não é coisa simples receber um órgão. O doador, além de ser especial, deve ser compatível com o tipo sanguíneo e ter outras características em comum. E deve estar disposto a doar um dos rins!
Minha irmã, num ato de bravura e coragem, realizou esse sacrifício de boa vontade. E, graças ao grandioso amor de Cristo, a cirurgia foi um sucesso. Hoje, tanto minha irmã quanto eu carregamos cicatrizes no corpo. A minha me faz lembrar de que, mediante o gesto de alguém que me ama, fui libertada de passar o resto da vida na máquina de hemodiálise. A cicatriz de minha irmã me faz pensar em seu gesto de doação e entrega.
Cristo, doador da vida e liberdade, ofereceu-Se de modo incomparavelmente maior. Ele não Se deu parcialmente, mas por completo, sem reservas, mostrando amor incondicional."
O texto para reflexão, de João 20:27, aplica-se à história que ouvi de meus vizinhos e a história lida hoje, narrada pela brasileira Jussara Alves, que o citou:
"Coloque o seu dedo aqui; veja as Minhas mãos. Estenda a mão e coloque-a no Meu lado." João 20:27


domingo, 1 de junho de 2014

Visita

Ontem à tarde, no último dia do mês de maio, um grupo de idosos de nossa igreja foi visitar outro grupo de idosos, estes hospedados num lar para acolhimento de pessoas dessa faixa de idade.
A visita foi agendada previamente pela coordenadora do grupo com um dos profissionais que prestam atendimento no lar. No momento em que estivemos lá, nos recebeu este profissional, um enfermeiro, e estavam presentes também auxiliares de enfermagem e assistentes da área de cozinha e de limpeza, todos uniformizados. 
O lar fica numa chácara, com muitas árvores e até uma piscina. É murado para resguardar a segurança do local. Os idosos dispõem de quartos um ao lado do outro, separados por cortinas de um ambiente de estar muito amplo, com uma mesa comprida, bancos e também local para cadeiras de rodas para os que necessitam usá-la para locomoção.
Levei meu teclado e meu esposo, o violão, de forma que acompanhamos com instrumentos algumas canções religiosas, cantadas pelo grupo visitante, como "Canção da vida" e "Não há amigo igual a Cristo".
Entre as várias reflexões  apresentadas, estava a conhecida história do sonho sobre as pegadas na areia, em que Cristo carrega ao colo o filho cansado nos momentos de dificuldades. 
O ancião que nos acompanhou falou sobre a esperança de uma vida feliz no Céu com Jesus, que virá nos buscar.
Prestei atenção numa senhora, um pouco mais idosa que eu, que parecia apática no início e, depois, passou a observar com atenção a reunião. Houve um momento - "meu novo amigo" - em que devíamos conversar com as pessoas abrigadas no Lar de idosos. Falei com essa senhora, com a qual já haviam conversado outros participantes de nosso grupo. Ela mencionou que conhecia a história sobre as "pegadas na areia". Relatou que nasceu na Europa, antes da segunda  guerra mundial e veio para o Brasil com dois anos. Está naquele lugar porque ficou doente, após ser envolvida, injustamente pelo que nos relatou, num ilícito em que pessoa da família participava. Estamos orando por ela, que logo terá uma decisão sobre seu pedido de ir para sua residência, o que será resolvido numa próxima visita da Promotoria Pública, já que sua saúde melhorou.
Havia muitos idosos que não tinham condições de desenvolver uma conversação, devido a sofrerem de problemas mentais. Uma senhora numa cadeira de rodas lembrava-se do nome, mas me disse que havia esquecido da idade, porque estava com uma crise de memória ... Também queixou-se de muitas dores nas articulações. 
No final da visita, foi feita uma oração por todos, inclusive pelos funcionários do lar, deixamos lá algumas doações, de uma lista que havia sido apresentada pela direção do local.
Retornamos pensando em como Deus é bom e quanto temos a agradecer pela nossa vida, saúde e pela família que temos. É bom pensar em nossos motivos de gratidão a Deus!



quarta-feira, 28 de maio de 2014

A flâmula que flutua

Hoje de manhã, meu marido me acordou com uma observação: "Olhe! Uma bandeira do Brasil em cima do bloco fronteiro. Esta noite ouvi o barulho do vento passando por ela." 
Olhei e vi uma flâmula com as cores verde e amarela em xadrez, lembrando a bandeira do Brasil, que apresenta também estas cores. Mas não estava no bloco fronteiro e, sim, flutuando entre os dois blocos. Olhando mais detidamente, vi que estava suspensa em uma corda fina.
Foi aí que fiquei curiosa: como alguém poderia ter colocado esse fio preso nos dois blocos, distantes uns 50m,  para suspender a flâmula?
Quando voltei da sessão de ginástica, não me contive e perguntei para nosso operante síndico, pois, com certeza, fora ele o autor da proeza.
Sabem como foi colocado o fio? O nosso síndico subiu ao telhado de um dos blocos e o amarrou. Creio que a flâmula já estava fixada no fio nesse momento. Deixou então, com cuidado, a ponta do fio cair no chão. Isso foi feito à noite. 
Depois, ele subiu no outro bloco e deixou cair um cabo, com o qual puxou a ponta do fio, que já colocara ao pé do bloco e amarrou esta ponta no telhado do outro bloco.
Evidentemente, ele domina esse tipo de técnica porque pertence à corporação dos Bombeiros, atuando profissionalmente em incêndios e situações de risco.
Nem eu e nem você poderíamos fixar sozinhos uma corda entre dois prédios a mais de 25 m de altura.
Agora temos flutuando acima de nossas cabeças um objeto que nos lembra o Brasil e que nos deixará mais alegres ao torcer pelo time do país durante a próxima Copa do Mundo.

No dia seguinte, 29.05

E hoje acordamos com outra flâmula, esta em duas listas, verde e amarela. É a busca da perfeição na torcida.







domingo, 25 de maio de 2014

Pequenos discípulos


Este mês é considerado o "mês da família" na minha igreja. Já tivemos homenagem às mães e retiro espiritual para os jovens nos fins de semana passados. Ontem, foi o dia de homenagear as crianças. O palestrante da manhã foi um menino de aproximadamente 10 anos, o Arthur, e falou sobre os pequenos discípulos de Jesus na Bíblia. A decoração lembrava o mar da Galileia, por onde andou Jesus.
Introduzindo o sermão, uma mãe - que era a mãe do palestrante - vestida como na época de Cristo, falou dos milagres de Jesus para seus dois pequeninos. 
Depois, o menino falou sobre crianças e jovens da Bíblia, como José, que foi vendido para mercadores aos 17 anos e se tornou governador do Egito; Samuel, que foi chamado por Deus, quando estava servindo no templo junto com o sacerdote Eli; Moisés, que foi retirado das águas pela princesa do Egito quando bebê, mas foi criado por sua própria mãe hebreia, e depois foi chamado para tirar o povo de Israel do cativeiro; a pequena cativa, que influenciou no lar em que servia, de forma que Naamã foi curado da lepra.
As crianças são importantes para Deus e devem ser importantes para nós. Podemos fazer a diferença na vida desses pequeninos, quando os valorizamos e influenciamos para que vivam os princípios cristãos em sua vida.
Nunca é demais lembrar: "Ensina a criança no caminho em que deve andar e, até quando envelhecer, não se desviará dele." Provérbios 22.8