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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A aliança recuperada

Sempre fui bem magra e isso era mais acentuado na minha juventude. Logo que casei, verifiquei que minha aliança estava folgada no meu anular esquerdo e assim, algum tempo depois, mudei a aliança para a mão direita para que ficasse mais firme. Entretanto também na mão direita ela não ficou firme e, certa ocasião em que fui acampar com a família, eu a perdi.
Passaram-se muitos anos até comprar outra. Só decidimos adquirir novo par de alianças quando comemorei minhas Bodas de Coral, que correspondem a 35 anos de casamento.
Esta semana, nas meditações diárias escritas pelo pastor Odailson Fonseca li uma história sobre aliança perdida: 
O autor perdeu sua aliança e ficou triste com isso. Orou, procurou,mas não a achou, entretanto não tirou da sua mente a perda do objeto símbolo do seu casamento. Algum tempo mais tarde, viajou para o Peru e num restaurante muito elegante tirou o paletó e o colocou na cadeira enquanto jantava. Quando recolocou o paletó, viu o  amigo, que estava jantando com ele ,  de bruços no chão, procurando alguma coisa entre as mesas e cadeiras. Ele ouvira um leve ruído e terminou achando ... exatamente a aliança perdida, que estava no bolso todo esse período em que era dada por desaparecida.
O versículo que o pastor menciona para refletir sobre o ocorrido é:
"Alegrem-se comigo porque achei a minha ovelha perdida." Lucas 15:6
Jesus sempre anseia por que aqueles que não estão a seu lado voltem para Ele.

Fonte: FONSECA, Odailson. Inspiração juvenil. Volta ao mundo em 365 dias. Casa Publicadora Brasileira, Tatuí, SP, 2013.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Cristo, o grande Mestre

Hoje é dia do professor e estou lembrando de Jesus como grande Mestre. Ele, que procurava sempre estar mais próximo da realidade dos alunos, falava muitas vezes através de parábolas, pequenas histórias que se passam num lugar conhecido pelos ouvintes, como o campo, uma casa, uma festa de casamento.
No último sábado, ouvi com muita atenção o depoimento de um rapaz que teve uma infância sob a guia de uma mãe cristã, mais tarde decidiu não ir mais à igreja, descambou para os maus caminhos, esteve preso algum tempo, mas depois converteu-se e Deus salvou a vida dele, pois o juiz, ao condená-lo, ordenou também que cumprisse a pena num lugar longe da casa de detenção em que estava, onde tinha muitos inimigos e onde já tinha sofrido tentativa de homicídio. Na realidade, muitos jovens morrem nesse lugar em situações semelhantes. Após sofrer a agressão, o jovem havia orado e prometido que voltaria para a igreja se fosse livre. 
Na realidade, foi condenado, mas libertou-se da ameaça de morte e libertou-se também do pecado. Agora é um colportor e propôs aos jovens assistentes da palestra que visitassem outros meninos em recuperação, como o jovem orador estivera já há vários anos.
Devido a esse depoimento, percebi como Jesus se alegra quando recupera uma ovelha perdida, como ensinou na parábola, e como nós também devemos nos alegrar com esse reencontro.

"Então, lhes propôs Jesus esta parábola: Qual dentre vós é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento." (Lucas 15:3 a 7)