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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

O ouro de Katya - 3


A equipe tornou-se a família de Katya, que passou a cursar Educação Física numa Universidade e a preparar-se para ser treinadora da modalidade de esqui cross-country.
Aproximando-se de uma outra esquiadora chamada Irene, Katya a viu lendo a Bíblia e percebeu que tinha livros cristãos, mas não os leu.
Passando a ter maus resultados, Katya terminou sendo despedida da equipe, por estar frequentando festas e chegando bêbada ao alojamento.
Irene a encontrou na rua e a convidou para ir morar com ela, que era cristã e guardava o sábado. Katya ouviu falar sobre a importância da dieta alimentar. Alguns meses depois, a técnica de Irene a convidou para sua equipe.
Assistindo a reuniões evangelísticas nas férias, tornou-se também cristã, como Irene, percebendo que o cristianismo não se compõe de amuletos e superstições, como ouvira de seu pai.
Voltando a participar da seleção da Bielorrússia, as colegas perceberam que ela não bebia mais. Katya também passou a ser vegetariana, juntamente com outras atletas, que desejavam obter melhor desempenho físico.
Por algum tempo,após batizar-se, Katya continuou competindo. Visitou sua mãe e a avó e contou-lhes sobre a religião que abraçara. A avó agradeceu a Bíblia que recebeu de presente, a primeira que via desde que todos os exemplares foram confiscados no início do regime comunista.
Enfrentando dificuldades com os treinos e competições no seu dia de guarda, Katya, depois de algum tempo, abandonou a equipe. Participou ainda das Olimpíadas em Nagano e deu seu testemunho, juntamente com Irene, numa igreja cristã japonesa, com a ajuda de um intérprete, oficial das próprias competições. 
Katya participou de mais uma competição e obteve a medalha de ouro e o título de "Mestre do esporte em nível internacional".
Amanhã, concluo a história.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

O ouro de Katya - 2

Depois de deixar de participar em algumas provas, por problemas de saúde, Katya participou da última competição de esqui cross-country da temporada e foi classificada entre os quatro esquiadores que foram participar de competições em Moscou, onde ficou em terceiro lugar.
No ano seguinte, obteve também bons resultados.
Na escola, precisaria ainda fazer uma prova de geometria, para o que estudou em um mês o conteúdo de três anos, com uma amiga. Foi aprovada e ficou com a sensação de que não era necessário ir à escola, visto que estudara em casa em um mês o conteúdo de 3 anos e fora aprovada.
Certo dia, já nas férias, viu seu pai lendo a Bíblia. Era um Novo Testamento, e ele a presenteou com um exemplar, como se fosse um amuleto para que ela passasse nas provas finais. Katya guardou a Bíblia e em algumas ocasiões antes das provas, orou, testando o poder da oração.
Em outras ocasiões, orou para que seu pai não a visse chegando atrasada, pois ele a deixaria fora de casa, no frio. As surras e castigos realmente foram diminuindo e Katya passou a acreditar na religião. Depois de algum tempo, entretanto, esqueceu novamente a oração, com toda a atenção absorvida pelas provas de esqui.
Com a queda do comunismo, a proibição sobre religião cessou, mas as pessoas, após tanto tempo, tinham medo da religião, devido às advertências que tinham-se acostumado a ouvir.
Katya contou às amigas que já havia visto uma Bíblia antes, mas falou a elas que tinha tocado no livro.
Convidada para fazer parte da equipe da Bielorrússia, após o fim da União Soviética, Katya aceitou, devido ao clima pesado em casa, com brigas entre os pais. Um pouco mais tarde, estes se separaram e a mãe foi morar com a avó de Katya.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

O ouro de Katya


Estou resumindo mais um livro, hoje. Chama-se "O ouro de Katya - a atleta que fez a escolha certa", a autora é Ellen Bailey e foi publicado pela Casa Publicadora Brasileira, em tradução de Karina Carnassale Deana. É um livro juvenil mas traz lições que servem também para os adultos.
Conta a história de uma patinadora, desde sua infância, na Rússia, quando cuidava os gansos de sua avó, aprontava algumas travessuras inconsequentes  e ouvia as histórias do passado de seu país.
Algumas vezes, metia-se em brigas na escola e era castigada violentamente por seu pai. Uma vez deixou de receber uma distinção - participar do grupo Jovens Pioneiros - por ter-se envolvido nesses incidentes.
Nessa época ouvia sempre dizer que a religião era "o ópio do povo" - uma frase conhecida e repetida - e que a Bíblia apresentava fábulas, como a da jumenta falante e Balaão.
Foi também no final da infância que iniciou a aprendizagem da técnica de ski "cross country", mas começou a faltar às reuniões do clube de ski para brincar de bonecas com uma amiga.
Mais tarde, começou a treinar arduamente e a competir. Logo destacou-se no esporte.
Nos intervalos das competições, ajudava nos trabalhos de produção de verduras na estufa. Um dia, apareceu em casa o treinador e a convidou a participar da Equipe Regional. Infelizmente, a escola ficou um pouco esquecida com essas competições, mas conseguia aprovação devido ao sucesso no esqui.
Continuo a história amanhã.