Aproximando-se de uma outra esquiadora chamada Irene, Katya a viu lendo a Bíblia e percebeu que tinha livros cristãos, mas não os leu.
Passando a ter maus resultados, Katya terminou sendo despedida da equipe, por estar frequentando festas e chegando bêbada ao alojamento.
Irene a encontrou na rua e a convidou para ir morar com ela, que era cristã e guardava o sábado. Katya ouviu falar sobre a importância da dieta alimentar. Alguns meses depois, a técnica de Irene a convidou para sua equipe.
Assistindo a reuniões evangelísticas nas férias, tornou-se também cristã, como Irene, percebendo que o cristianismo não se compõe de amuletos e superstições, como ouvira de seu pai.
Voltando a participar da seleção da Bielorrússia, as colegas perceberam que ela não bebia mais. Katya também passou a ser vegetariana, juntamente com outras atletas, que desejavam obter melhor desempenho físico.
Por algum tempo,após batizar-se, Katya continuou competindo. Visitou sua mãe e a avó e contou-lhes sobre a religião que abraçara. A avó agradeceu a Bíblia que recebeu de presente, a primeira que via desde que todos os exemplares foram confiscados no início do regime comunista.
Enfrentando dificuldades com os treinos e competições no seu dia de guarda, Katya, depois de algum tempo, abandonou a equipe. Participou ainda das Olimpíadas em Nagano e deu seu testemunho, juntamente com Irene, numa igreja cristã japonesa, com a ajuda de um intérprete, oficial das próprias competições.
Katya participou de mais uma competição e obteve a medalha de ouro e o título de "Mestre do esporte em nível internacional".
Amanhã, concluo a história.


